A modo de ensaio, o objetivo aqui é refletir sobre nossas próprias práticas acadêmicas e as naturalizações que fazemos enquanto “desnaturalizamos”. É perguntado “que palavras usamos para nomear o que, e para produzir realidade (desde nosso campo disciplinar, muitas vezes considerado o conhecimento especializado)? Embora o objetivo inicial era sistematizar algumas perspectivas nos estudos de jovens ou sobre os e as jovens; a necessidade de distinguir os estudos de jovens e os de juventude ou juventudes, foi o que se impôs. Torna-se necessário, então, distinguir alguns conceitos, devido à possibilidade de substituição dos termos (juventude, juventudes, jovens) que é encontrada na biografia especializada neste tema.
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