Este trabalho analisa as marchas acontecidas em 2011 no contexto do conflito estudantil chileno. A hipótese é que as ações de apropriação física e simbólica da rua desenvolvidas neste contexto permitiram a emergência da política no Chile da pósditadura. A centralidade dos recursos expressivos, o esbanjamento de energias, a diversidade performática e o caráter disruptivo destas ações, possivelmente possibilitaram a disputa pelo caráter «público» do espaço e a democratização do campo de visão. Com isto, os jovens que careciam do direito de aparecer politicamente, o faziam para expor suas razões e pensar como seria o futuro.
Sergio Urzúa Martínez, Universidad Alberto Hurtado
Profesor de Estado en Filosofía, Magíster en Sociología. Universidad Alberto Hurtado, Santiago, Chile. E-Mail: s.urzua.m@gmail.com
Como Citar
Urzúa Martínez, S. (2020). Como marcham os jovens no Chile da pósditadura? Algumas notas sobre a apropriação do espaço público e o uso político do corpo. Última Década, 23(42), 39–64. Recuperado de https://ultimadecada.uchile.cl/index.php/UD/article/view/56186
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