Apresento neste artigo diversas concepções de confiança, começando por afirmar que a confiança pode ser entendida como um processo racional. Isso permite assinalar que a confiança é concebida como um estado abstrato nos sujeitos, que se desenvolve de forma consciente, ou seja, as pessoas racionalizam a confiança que depositam em outros. Por este motivo, a confiança pode ser vista como um estado intelectual do homem que lhe proporciona segurança e otimismo frente a seu meio. A confiança constitui as relações sociais e está intimamente ligada à coesão social. Nesse processo, os jovens apresentam altos graus de desconfiança nas instituições sociais, em particular as instituições relacionadas à política. Pode-se hipotetizar que esta baixa confiança nas instituições encarregadas dos destinos coletivos contraria a possibilidade de se gerar graus adequados de coesão social.
Sandoval, M. (2020). A confiança dos jovens chilenos e sua relação com a coesão social. Última Década, 19(34), 139–165. Recuperado de https://ultimadecada.uchile.cl/index.php/UD/article/view/56093
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